Nos últimos dias, o Brasil assistiu ao governo Lula adotar uma série de medidas que prometem beneficiar a população no curto prazo. No entanto, quando analisamos os detalhes, fica claro que essas ações podem ter efeitos devastadores para a economia e, principalmente, para o bolso do cidadão comum.
Um dos destaques foi o aumento da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Embora a medida tenha sido bem recebida pelos trabalhadores que se beneficiaram com isso, seu impacto fiscal é significativo, em um momento em que o Brasil já luta com déficits orçamentários crescentes. A falta de clareza sobre como o governo financiará essa renúncia fiscal gera incertezas. Para equilibrar as contas, o mais provável é que a população pague a conta indiretamente, seja por meio de novos impostos, seja pela inflação – o imposto mais cruel, que atinge a todos, mas pesa ainda mais sobre os mais pobres
Fernando Haddad, como Ministro da Fazenda, enfrenta um desafio imenso para estabilizar as contas públicas, mas parece que ele está isolado nesta missão. As decisões recentes tomadas pelo Governo, como o aumento de gastos com programas sociais e investimentos sem fonte de financiamento clara, passam um sinal perigoso para o mercado. A dívida pública está em níveis alarmantes, e os investidores começam a precificar um futuro incerto, pressionando o dólar, que já ultrapassou a marca de R$ 6,00.
Além disso, a ideia de tributar setores produtivos como a indústria e tecnologia – enquanto amplia desonerações em áreas de maior apelo eleitoral – mina a competitividade do país no cenário global.
Com a inflação demorando a desacelerar e o Banco Central tentando manter a Selic em níveis altos para conter a pressão, o brasileiro comum sofre duplamente. Produtos básicos ficam mais caros, e o crédito continua inacessível. A insistência do Governo em pressionar o Banco Central para reduzir os juros, sem atacar os problemas estruturais, é mais uma cortina de fumaça que pode custar caro à economia nacional. É como se numa dieta, o Banco Central estivesse indo na academia diariamente, mas o Governo estivesse comendo uma pizza inteira por dia antes de dormir. É impossível dar resultado desta forma.
Analistas já alertam que, sem cortes reais de despesas, a única alternativa para fechar as contas será aumentar impostos. Isso deverá vir na forma de novos tributos sobre grandes fortunas, mais cargas sobre setores produtivos ou até mesmo com retorno da CPMF disfarçada, afetando a classe média e desestimulando o consumo. E você pode até pensar "mas o que importa taxar grandes fortunas?" Imagina que, para evitar a taxação, essas pessoas tirem o capital aqui do Brasil, trocando-os para dólar. Assim, aumentamos a demanda por dólar (que já está em patamares historicamente elevados) e, consequentemente, sobe (ainda mais) o preço do dólar, além de enfraquecer a economia local.
Neste cenário desafiador, é fundamental tomar as rédeas da sua vida financeira. Diversificar investimentos, proteger-se contra a inflação e pensar no longo prazo são estratégias indispensáveis. É aí que a Ascenda Wealth pode ajudar: oferecemos soluções personalizadas que protegem seu patrimônio e garantem segurança financeira em qualquer cenário econômico.
Com o governo errando tanto na condução fiscal e monetária, depender apenas das políticas públicas é um risco que nenhum brasileiro pode se dar ao luxo de correr. Fale conosco para saber como podemos ajudá-lo a se preparar para os desafios que virão.